Artigos Dra. Sílvia Pereira

Acredito que a literacia em saúde mental é o primeiro passo para a mudança. Neste espaço partilho reflexões, artigos de opinião e publicações científicas da minha autoria.

Este artigo aborda a difícil temática do abuso emocional e a dificuldade em romper ciclos tóxicos. Explora os medos que impedem o fim da relação e a falsa esperança de mudança do outro. Destaca a importância de priorizar a paz interior e o valor do crescimento pessoal ao encerrar vínculos que destroem a autoestima e a saúde mental, incentivando o autorresgate.
A felicidade é apresentada como uma jornada contínua, não um destino final. O artigo reflete sobre a importância do autoconhecimento e da "limpeza relacional", afastando-se de pessoas tóxicas para focar no próprio propósito. Defende que ser feliz requer coragem para seguir os próprios objetivos de vida e cultivar relacionamentos autênticos e profundos.
Este artigo analisa o dilema dos pais perante as viagens de finalistas. Pondera o desejo de socialização dos jovens contra os riscos de excessos, como o álcool e drogas, num ambiente sem supervisão. Defende que a autonomia deve ser treinada gradualmente e sugere que estas viagens fazem mais sentido em idades de maior maturidade, como após a faculdade.
O texto oferece estratégias para fortalecer o vínculo e evitar o distanciamento entre pais e filhos, focando na disponibilidade emocional e em limites firmes. Identifica sinais de alerta, como isolamento e tristeza súbita, que podem indicar problemas como bullying. Propõe soluções práticas para criar um espaço seguro de acolhimento e capacitar os jovens para o diálogo.
O artigo explora os benefícios das colónias de férias no desenvolvimento da autonomia e socialização de crianças e jovens. Argumenta que estas experiências fortalecem a autoconfiança e a maturação cerebral, além de combater o isolamento digital e o sedentarismo. É apresentada como uma solução saudável para as férias escolares, promovendo maturidade e vínculos.
Este texto aborda o bullying como um problema relacional profundo, afetando vítimas e agressores, muitas vezes decorrente de abandono emocional. Alerta para as graves consequências a longo prazo na vida adulta, como ansiedade e baixa autoestima. Defende a psicoterapia e a "transformação cerebral" como caminhos eficazes para a mudança, em vez de punição pura.